Que comecem os jogos!

Foto: Cilene Lessa

Ingressos na mão, cartões de transporte, torcida, ansiedade e… cuidados com a glicemia, que não podem ser deixados de lado.

Quem convive com a doçura sabe que sair de casa requer um certo check-list: glicosímetro, tirinhas, canetas ou seringas para aplicação de insulina, uma balinha para uma hipoglicemia que pode surgir, agulhas!

Já está mais do que claro, com as ações e treinamentos que vem acontecendo no Rio, que a segurança vai ser super criteriosa na entrada dos estádios e arenas das competições.

O que fazer então para estar lá acompanhado de todos os insumos que a gente precisa??

É só clicar aí no link, que está tudo explicadinho!

Pra manter a doçura durante os jogos…

 

PENSAMENTO, AÇÃO E REAÇÃO

Pôr do sol c esporte cópia

Acordando com muita preguiça? O dia parece não render? Vivem adiando tarefas? A cabeça anda meio enrolada e as glicemias nunca estão no lugar? Querem melhorar?

A solução pode ser bem mais simples do que parece, mas isso não quer dizer que não exigirá esforço, dedicação e paciência.

Às vezes me vejo nessa situação e por isso compartilho com vocês uma reflexão feita em um desses momentos.

Cliquem no link ou na imagem abaixo, deixem sua inspiração fluir com o texto e promovam pequenas mudanças em suas vidas, mas que fazem toda a diferença!

Grande abraço,

DANIEL RAMALHO

Pôr do sol c esporte cópia

PENSAMENTO, AÇÃO E REAÇÃO

Livro Sobremesas Sem Açúcar

Oi, pessoal!

Há algum tempo vinha procurando por livros sobre culinária dietética, já que infelizmente, temos poucas opções.  Mas descobri o livro Sobremesas Sem Açúcar, da Editora Alaúde e estou encantada!

Da francesa Sophie Dupuis-Gaulier, o livro tem  30 receitas entre, bolos, tortas, muffins e outras delícias sem açúcar e algumas até sem adoçante culinário.

Ficou curioso? Passa lá no blog que tem uma resenha completa sobre o livro!

Meu primeiro livro de receitas: Sobremesas sem Açúcar

Quem somos

Diabéticos ou não, somos pessoas com vontade de mudar e de ajudar outros docinhos que estejam por aí precisando de uma injeção de ânimo. Aliás, quem é que não precisa? Aliar motivação com informação de qualidade  é o nosso objetivo aqui no blog.

Quem saber mais sobre a gente? Então, abaixo uma breve apresentação de cada um de nós 🙂

ce79a242-0aa3-45d0-a966-c6a392d45efa

DM1 desde 2008, Daniel Ramalho é formado em jornalismo e pedagogia, e atualmente faz pós-graduação em psicologia positiva e coaching e em educação em diabetes. Para ele, a doença foi um divisor de águas em sua vida. “Eu mudei a alimentação, adquiri hábitos mais saudáveis. Se antes eu não tinha certeza se chegava aos 60, hoje tenho certeza que chego aos 80”, brinca. No tempo livre, ele se dedica a prática de esportes radicais, como o surf, bodyboard, skate e Stand Up Paddle. Um pouco dessa rotina ele decidiu contar no blog Diabetes, Esporte & Natureza. Lá, o jornalista transmite altas doses de otimismo para incentivar outros diabéticos a se cuidarem mais. Como ele sempre fala, “nós podemos tudo”!

8c6f78be-4a4b-4bb2-87bb-9df1b6a14312

Pablo Silva é professor, analista de sistemas e tem pouco mais de três anos de DM1. Quem conhece o Pablo hoje nem imagina que o início do convívio com o diabetes foi tão difícil para ele. “Tive meus momentos de revolta, me achava o único ser humano da face terra que tinha diabetes”, conta. Deixando a tristeza de lado, ele foi à busca de soluções e sentiu a necessidade de conversar e conhecer outras pessoas que convivessem com o diabetes. Daí nasceu o blog Eu e a Bete, em 2014. O espaço cresceu e saiu do virtual. Hoje, Pablo dá palestras contando a sua historia de vida com a bete, sempre destacando que “A Bete não limita, apenas nos motiva!”

12670160_1052792128106612_3066928943055640516_n

Do carnaval, do Rio, e da estatística dos que tem Diabetes tipo 1. É assim que Juliana Lessa prefere se definir: com leveza e alto astral. Diagnosticada em 2009, aos 31 anos, Ju decidiu seguir o tratamento à risca, mas sem deixar de lado a vida como ela era. Desta decisão veio a de aprender mais sobre a condição. Então, nasceu o blog Insulina Portátil.  Lá, a engenheira compartilha suas descobertas, experiências com a doçura, os avanços e até os medos. A intenção é mostrar que é possível viver bem com a doença, sem vitimismo. “O diabetes não é sentença. O conhecimento e o cuidado adequados são o caminho para vivermos com liberdade e sem restrições!”, destaca Ju.

2214baf3-ea2e-429b-a02c-42147509dfc0

Geraldo Fisher é engenheiro e diabético tipo 1 desde 2003. Para ele, a aceitação da doença foi imediata, mas enfrentou momentos difíceis entre eles uma convulsão seguida de um coma hipoglicêmico, que felizmente não deixou sequelas. Depois disso, o engenheiro decidiu se cuidar mais. Parou de beber, fumar e adotou uma alimentação mais saudável. “Ser diabético me ensinou muito sobre meu corpo e a respeitá-lo, principalmente cuidando de minha saúde e aceitando que tenho limitações”, destaca. Nas horas vagas pratica esportes, academia, mergulho e já passou 15 dias na Amazônia, tendo chegado ao topo da cachoeira do Eldorado, a mais alta do Brasil! Entre aventuras e cuidados, hoje, Geraldo busca ajudar outras pessoas com diabetes através da troca de experiências aqui no blog e em encontros com outros diabéticos.

13533209_10205967037084334_1720220776233927384_n

Cristina Dissat é jornalista e trabalha com o assunto diabetes desde 1993.  Já foi editora da Sociedade Brasileira de Diabetes, coordenou eventos sobre o assunto e participou de mais de cinco coberturas internacionais sobre o tema. O trabalho jornalístico com o tema a ajudou a lidar com o assunto quando chegaram os diagnósticos de DM2 de seus pais. “Tem algumas coisas que aprendi que foram fundamentais. E me ajudaram a salvar minha mãe, ela faleceu com 90 anos, mas sem nenhuma sequela do diabetes”, conta. Desde 2002 se dedica à campanha do Dia Mundial do Diabetes e é editora de conteúdo das publicações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

13494893_1771638206383033_346270640103832497_n

Sheila Vasconcellos descobriu que tinha diabetes nas vésperas do seu aniversário de 15 anos, e por isso perdeu sua viagem para a Disney. Apesar do início traumático, de lá para cá muita coisa boa também aconteceu em sua vida: se formou em jornalismo, casou, teve dois filhos saudáveis e viajou muito pelo mundo. São mais de 30 anos de diabetes com muitas histórias na bagagem e sem nenhuma complicação. Em 2015, Sheila ganhou o prêmio internacional Bakken Invitation dado a pessoas de todo o mundo, que usam a tecnologia para manter sua saúde e ainda encontram tempo para o trabalho voluntário. Entre sua dedicação ao próximo na Casa de Apoio à Criança com Câncer Vicente de Paulo, ela motiva outros docinhos na sua Página no Facebook: Histórias de uma Diabética.